sábado, 12 de julho de 2014
"Não andavam de mãos dadas, nem se chamavam por nomes infantis. Não tinha pieguice romântica ali. Mas foi a cena mais doce que eu vi: dois olhares se encontrando. Não só se encontrando: se confortando, se sabendo, se completando. Eu notei que eles eram algo além de amigos, que se desejavam e se protegiam, e foi só pela cumplicidade dos olhos, que deixavam de ser dois e se enlaçavam quatro."
— Verônica H._
— Verônica H._
E imprevistamente reparo que há luz no ar. Não vem do Sol para um sítio determinado, que é a Terra. Espalha-se por todo o lado, não vem de parte alguma, se o Sol desaparecesse, continuaria a iluminar. Porque é uma luz de si própria, da essência de si, que é ser luz sem mais na sua iluminação. E estou contente. E sou também da essência da alegria, que é ser feliz para antes de se saber que a felicidade e tem um nome.
*Vergílio Ferreira*
*Vergílio Ferreira*
✻.¸¸.✻´Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ.•*¯` ✻.¸¸.ღ♡ღ .¸¸.✻´Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ.•*¯` ✻.¸¸.ღ♡ღ .¸¸.✻´Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ.•*¯`
Um dos dramas do homem contemporâneo é que ele perdeu seu coração. Entre o cérebro e o sexo não existe nada; às vezes, mesmo assim, uma imensa nostalgia... mas, quase sempre, passamos das análises frias para os transvasamentos pulsionais mais inconsiderados. Assim o homem torna-se cada vez mais esquizofrênico, tendo perdido o centro de integração, de “personalização” de seu ser: seu coração... Uma sexualidade sem coração não é uma sexualidade verdadeiramente humana, seja qual for a quantidade de nossa intensidade pulsional. Somente em um relacionamento entre pessoas é que o prazer breve poderá transformar-se em felicidade douradora. “No verdadeiro amor”, dizia Nietzche, “é a alma que envolve o
corpo*
*Jean-Yves Leloup*
corpo*
*Jean-Yves Leloup*
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