quarta-feira, 30 de julho de 2014


Vez em quando a vida necessita de pausas..."pausas" para que façamos aquela terrível viagem interior, e tenhamos um encontro com nós mesmos, as vezes nem sempre conseguimos este encontro, pois temos a mania de vivermos em um mundo imaginário, criado em nossas mentes...talvez uma fuga...aff, como a realidade as vezes choca!!!

Brihsa*






Vez em quando a vida necessita de pausas...pausas pra q façamos aquela temivel "viagem interior" e tenhamos um encontro com nós msm...o que nem sempre acontece, pois temos a terrivel mania de vivermos num mundo imáginario....aff, como a realidade as vezes choca...Brih



Entrega-me tua alma, deixa-me levar pela loucura do i(real), extravasa todas as tuas loucuras, deixa-as aportarem em nós...Em cada espaço de mim, existe uma alma intensa a desejar-te...

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"""Entrada proibida a pessoas com os pés no chão rsrsr"""

Arte Digital de Aegis Strife*


Muitas vezes perco-me no pensamento, tentando perceber a dimensão da vida, do Universo. Questiono-me sobre tudo aquilo que não entendo, tento encontrar respostas e percebo que não encontrarei muitas. Ainda assim não paro de pensar, de tentar entender a vastidão de sentimentos, emoções, reacções do ser humano. Sei que por estes dias consumimos a vida à velocidade da luz, nada se faz com o tempo necessário a amadurecer os frutos, até o que comemos é produzido em tempos recordes, será que por isso também temos dificuldade em manter relações duradouras? Estamos tão viciados na imagem, no mundo da visão que ficamos ofuscados com qualquer embalagem perdendo já a noção de conteúdo. Pode que um dia recuperemos a capacidade de nos olharmos com outros olhos, os olhos da alma, da humanidade, da fraternidade, só assim podemos recuperar muitas das respostas que hoje encontramos perdidas em tantas questões

druida da noite*

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Arte de Jean Hippolyte Flandrin - pintor francês*


domingo, 27 de julho de 2014

By Roberto Mapplethorpe- fotografo norte americano*

*Nudez da alma*


O poeta, independentemente de educação, idade, sexo e preferências, permanece no seu coração o herdeiro espiritual da humanidade dos primórdios. Explicações científicas sobre o mundo não o impressionam muito. Ele é um animista, um fetichista, que acredita nos poderes secretos adormecidos em todas as coisas, e está convencido de poder mexer com essas forças com a ajuda de um punhado de palavras bem escolhidas. O poeta pode até ter recebido um ou outro título com distinção e louvor, mas no momento em que se senta para escrever um poema, seu uniforme da escola racionalista começa a pinicar sob os braços. Ele se retorce, bufando, abre primeiro um botão, depois outro, até arrancar a roupa de uma vez, expondo-se diante de todo mundo como um selvagem que leva uma argola no nariz. Isso mesmo, um selvagem. Do que mais se pode chamar uma pessoa que fala em versos com os mortos e os não-nascidos, com as árvores, os pássaros, e até mesmo com abajures e pernas de mesa?


*Wisława Szymborska*

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Art de Michelangelo*


senhor,
Torna-me louco, irremediavelmente louco,
Como os poetas sem palavras para seus poemas,
As mulheres possuídas pelo amor proibido
Os suicidas repletos de coragem perante o medo de viver,
Os amantes que fazem do corpo a explosão da alma.

Dá-me, Senhor, o dom fascinante da loucura
Impregnado na face miserável do pobre de Assis,
Contido nos filmes dionisíacos de Fellini,
Resplandecente nas telas policrômicas de Van Gogh,
Presente na luta inglória de Robin Hood.

Quero a loucura explosiva, sem a amargura
Da razão ética das pessoas saciadas à noite pela TV,
Da satisfação dos funcionários fabricantes de relatórios,
Dos discursos políticos cegos ao futuro.

Faz de mim, Senhor, um louco
Embriagado pelo teu amor,
Marginalizado do rol de homens sérios,
Para poder aprender a ciência do povo
Em núpcias com a cruz que só a fé entende,
Como um louco a outro louco.


Frei Betto*



sexta-feira, 25 de julho de 2014

Arte de Adam Martinakis*



Que nuestras almas estén juntas para todo siempre...Asse se, assi si haga, assi será!

Brihsa*

Arte de Tomoki Hayasaka*


by CelineM*


Arte surrealista de Ben Goossens*



Sou Bruxa...sou pagã...minha religião é o planeta TERRA...minha igreja é a NATUREZA...faço parte de um maravilhoso sistema encantado...sou defensora da Natureza...sou cria da Mãe Lua...esposa das asas do vento, voando pelo UNIVERSO...canto a canção do Bardo...espalhando magia em meu verso..sou filha da Floresta...trato com respeito todas as formas de vida existente no Planeta. Sou uma Bruxa assumida...dançando nas noites nua...Que eu possa espalhar meu canto, aos quatros ventos do Planeta. Aprendam a me amar..porque sou espelho...sou dual...sou unica...Que minha filosofia seja respeitada...não apenas como uma mera formalidade religiosa...mas sim como uma linda opção de "VIDA" "Bençãos Plenas"

Brih*
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By Gaile Ellison-Davis*


Ternura explicita!


Art de René Magritte - 1965*



"Em todo demente, há um genio incompreendido, cujas idéias, brilhando em sua cabeça, apavoram as pessoas, e que só no delirio consegue encontrar uma saída para o cerceamento que a vida lhe preparou"

Antonin Artaud*




"A cultura é um movimento do espírito que vai do vazio às formas,e que das formas regressa ao vazio, ao vazio como para a morte. Ser culto é queimar formas, queimá-las a fim de atingir a vida. É aprender a manter-se reto dentro do incessante movimento das formas que vão sendo sucessivamente destruídas

." Antonin Artaud*








By Brett Walker - fotografo polonês*


Um triste olhar...olha mas nada vê!

Brihsa*

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Arte de Thomas Dodd*


quinta-feira, 24 de julho de 2014

Arte de Alena Plihal*


Art de Andrew Ferez - artista russo e ilustrador*



Que sentimentos estarás a povoar tua mente? tristeza, solidão ou talvez uma espera...uma espera que nem sempre se concretiza...permanece na saudade...

Brisha*


Arte de Roberto Ferri - pintor italiano*



Arte fotografica de Lilli Waters*



*Frida kaloo*


By Rogerio Amaral*



Mesmo diante da dureza da vida, ainda há momentos de ternura!!!

Brihsa*
Arte fotográfica de Louis Stettner*


Arte fotográfica de Magdalena Berny*


Obra de arte de Maria Zeldis*


Obra de arte de Maria Zeldis*


quarta-feira, 23 de julho de 2014



"A poesia em si é um delírio. A própria poética é um ato de transgressão na medida em que trata de coisas invisíveis do planeta, lida com forças invisíveis. É por isso que eu digo, que o verdadeiro poeta é marginal. E não existe poesia experimental, sem vida experimental"

*Roberto Piva*

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Arte do fotografo americano George Holz*


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*By Zlata Peic Bang*


OBSERVANDO O MUNDO!!!

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terça-feira, 22 de julho de 2014

“Aspiro a um repouso absoluto e a uma noite contínua. Poeta das loucas voluptuosidades do vinho e do ópio, não tenho outra sede a não ser a de um licor desconhecido na Terra e que nem mesmo a farmacopeia celeste poderia proporcionar-me; um licor que não é feito nem de vitalidade, nem de morte, nem de excitação, nem de nada. Nada saber, nada ensinar, nada querer, nada sentir, dormir e sempre dormir, tal é actualmente a minha única aspiração. Aspiração infame e desanimadora, porém sincera.”

Charles Baudelaire - «Projetos de prólogos para “Flores do Mal”





“Infelizmente, hoje em dia a indiferença em relação ao destino cruel de milhões de animais criados para consumo humano instala-se cada vez mais, a par de uma crescente preocupação e cuidado por aqueles que nos fazem companhia. […]
Porém, continuam a ser os outros animais que não deixam de nos surpreender e de nos dar “lições de moral”, ao franquear as barreiras da espécie. Um hipopótamo que perde a progenitora num cataclismo ambiental e é adoptado por uma tartaruga gigante; uma leoa que cuida de uma gazela recém-nascida, vinda à luz no exacto momento em que a fêmea é morta pela mesma leoa; uma cadela, Ginny, que percorre incansavelmente as ruas de Nova Iorque, recolhendo gatos feridos e trazendo-os ao dono a fim de serem tratados. Estes e outros mais são exemplos de compaixão animal que indicia a existência de uma ética dos animais e não apenas de uma ética para os animais, da nossa exclusiva responsabilidade”

- Cristina Beckert, “O espelho invertido.



" A perversidade constrói os engenhos de seu próprio tormento. É uma maravilhosa artesão de uma vida 

miserável."

*Plutarco*

Aguardo, ansioso, que venhas a este lugar
da noite e me toques.
Quero que o teu hálito me queime o rosto
e que as tuas mãos me devassem.
Quero que as palavras roucas que raspam
a tua garganta nos levem à liberdade plena.


Quero a delícia da lama, a cor do sangue,
o sangue em chama e a certeza de que em ti
me cumpro, humano, como no ventre da terra.

Edgardo Xavier. in " Azul Como o Silêncio "