terça-feira, 15 de julho de 2014

Aqui só sobrevive a memoria dos poemas amados....


Arte de Carlos Medina*

É verdade – bateram à porta Mas não podias abrir Nesta casa só sobrevive a

memória turva Dos poemas amados – mais ninguém mais nada Além da parede

de lodo e da caixa de sapatos Cheia de sílabas preciosas – e uma mesa

pequena Com um albatroz empalhado para te vigiar a alma”.



ABERTO*


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