quinta-feira, 3 de julho de 2014


"Parece que existe no cérebro uma zona perfeitamente específica que poderia chamar-se memória poética e que regista aquilo que nos encantou, aquilo que nos comoveu, aquilo que dá à nossa vida a sua beleza própria (...) O amor começa com uma metáfora. Ou por outras palavras, o amor começa no preciso instante em que com uma das suas palavras uma mulher se inscreve na nossa memória poética."

Milan Kundera: 'A Insustentável leveza do Ser'

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